Do thrash ao hard rock, do underground ao experimental — O dia em que o calendário entregou ao mundo peso, caos e história
Por Felipe Leonel O dia 27 de maio é muito mais que uma simples data no calendário, ao menos pra mim, e de forma muito pessoal. Entre riffs distorcidos, capas icônicas e discos que atravessaram décadas, esse dia acabou se tornando uma espécie de ponto de encontro involuntário entre diferentes fases do rock e do metal, muito claramente nesses seis álbuns. Talvez exista algo curioso nisso — enquanto muita gente associa aniversários à nostalgia ou retrospectiva pessoal, ao meu ver esse dia em especial também coincide com lançamentos que ajudaram a moldar sonoridades, cenas e até maneiras diferentes de entender música pesada. É quase como se esse dia carregasse uma pequena concentração de caos criativo. Em anos diferentes, bandas completamente distintas escolheram essa mesma data para colocar no mundo discos que vão do death metal técnico ao hard rock de arena, ao mesmo tempo que passam pelo metal progressivo, thrash , alternativo e até mesmo em experimentalismos extremos. Nã...




